As bases das construções são tipicamente Incas, mas são modificadas em seu topo. Daí é uma confusão de sentimentos que só sendo Latinoamericano para sentir. Bem, pelo menos é o que eu acho.
Depois de dar uma volta pelo centro da cidade e se embrenhar pelos becos que escondem diversas lojinhas maravilhosas, fui procurar saber sobre os roteiros turísticos da cidade. Se não me engano, o valor é de 70 soles a meia entrada para os monumentos e é válida por 10 dias. O problema é que os monumentos são distantes um do outro e isso acaba encarecendo muito mais os passeios. Pessoalmente, achei esse valor do ticket muito alto.
À noite, pode-se fazer um passeio pelo centro e entrar nas diversas boates ou pubs. A grande maioria é de graça e são oferecidas cortesias na frente das boates. A mais badalada (cheia demais pro meu gosto) é a MamaÁfrica. Conheci um garoto que trabalha lá e foi muito gente boa conosco. Só não consigo lembrar o nome dele por agora.
Ensinou diversas coisas sobre a cultura inca e a língua da civilização. o quíchua ou quechua. Uma das palavras mais interessantes foi o nosso conhecidíssimo "OPA". Para nós é uma simples interjeição de espanto, surpresa e outros; para eles a pallavra significa tonto, imbecil débil e por aí vai.
O que mais engraçado é que quando estávamos em Sucre, a Amanda esqueceu umas coisas numa lan house e quando estava na porta voltou correndo e gritou OPAAAAA. Todos deram uma grande gargalhada pois sabiam que ela não sabia o que estava falando.
Outro episódio foi em Sta. Cruz. Eu esbarrei em uma pessoa e falei: Opa! Naquele sentido de "Opa, desculpe". A pessoa olhou feio pra mim e não entendi porquê. Agora sei que devemos tomar cuidado com as palavras...
Enfim, Cuzco.
Ótimas feiras!
Tem uma feira próxima ao posto de informações. Ela é bem bonitinha e cheia de coisinhas boas para comprar, mas se quer economia mesmo vá ao Mercado Central! Lá você encontra de tudo e por preços bem mais em conta. Lembre-se sempre: pechinchar!

O mercado só tem um pequeno probleminha: É muito sujo.
Lá tem diversas coisas para vender, tipo: roupas, comida, vegetais, calçados, artesanato, frutas, etc e, por isso, o cheiro fica quase que insuportável e sem contar no chorume que escorre por entre os sacos e lixo que ficam jogados pelo chão. É quase como em qualquer feira do Brasil, mas não estamos acostumado com o cheiro das coisas de lá.
Outra coisa que é muito importante em Cuzco é a bebida. Não se esqueça que é proibido beber bebidas alcoólicas à luz do dia. Se te pegarem bebendo uma cervejinha na Plaza das Armas o negócio complica para o seu lado. Agora, uma bebida que deve ter um lugar especial
no menu é a Inca Kola! Não dá para passar por Cuzco e não experimentar esse refirgerante que é tão popular no Peru.Cuzco by Wikipédia
Cusco (em espanhol Cuzco ou Cusco, em quíchua Qosqo ou Qusqu) é uma cidade no Peru situada no sudeste do Vale de Huatanay ou Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, com população de 300.000 habitantes. É a capital do departamento de Cusco e da província de Cusco.
Cusco é uma cidade muito alta ( com 3400 metros altitude). Seu nome significa "umbigo", no idioma quíchua. Era o mais importante centro administrativo e cultural do Tahuantinsuyu, ou Império Inca. Lendas atribuem a fundação de Cusco ao Inca Manco Capac no século XI ou XII. As paredes de granito do palácio inca ainda estão lá, bem como monumentos como o Korikancha, ou Templo do Sol.
Depois do fim do império, em 1532, o conquistador espanhol Francisco Pizarro, invadiu e saqueou a cidade. A maioria dos edifícios incas foi arrasada pelos clérigos católicos com o duplo objetivo de destruir a civilização inca e construir com suas pedras e tijolos as novas igrejas cristãs e demais edifícios administrativos dos dominadores, desta forma impondo sua pretensa superioridade européia.
A maioria dos edifícios construídos depois da conquista é de influência espanhola com uma mistura de arquitetura inca, inclusive a igreja de Santa Clara e San Blas. Freqüentemente, são justapostos edifícios espanhóis sobre as volumosas paredes de pedra construídas pelos incas.
De forma interessante, o grande terremoto de 1950, destruindo uma construção de padres dominicanos, expôs que esta fora erigida em cima do Templo do Sol, que curiosamente resistiu firmemente ao terremoto.
Esta teria sido a segunda vez que aquela construção dos dominicanos fora destruída, sendo que a primeira vez fora em 1650 quando a construção espanhola era bem diferente.
Outros exemplos da arquitetura inca são: a fortaleza de Machu Picchu que se situa no final da Estrada Inca, a fortaleza Ollantaytambo, e a fortaleza de Sacsayhuaman que fica aproximadamente a dois quilômetros de Cusco.
A área circunvizinha, situada no vale de Huatanay, tem uma agricultura forte, com o cultivo de milho, cevada, quinoa, chá e café, além da mineração de ouro.


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